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Danças Gaúchas

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08/09/2010
História da Origem das Danças Gauchas:

Conceitos

TRADICIONALISMO – “Carta de Princípios”, Tradição, comparativamente, é o campo das culturas gauchescas. Tradicionalismo é a técnica de criação, semeadura, desenvolvimento e proteção das suas riquezas naturais, através e entidades sociais praticantes desse culto. O tradicionalismo gaucho é um estado de consciência que busca preservar as boas coisas do passado, com influencia com o progresso, adequando esse procedimento a evolução por culto e vivencia sem desvirtuar a origem.

GAUCHO- Nome pelo qual é conhecido o homem do campo na região dos pampas da Argentina, Uruguai e do Rio Grande do Sul e, por extensão, os nascidos nesta este brasileiro.

Originariamente, o termo foi aplicado em sentido pejorativo (como sinônimo de ladrão de gado e vadio), aos mestiços e índios, espanhóis e portugueses que naquela região, ainda selvagens viviam de prear gado que, fugindo dos primeiros povoamentos espanhóis se espalhava e reproduzia livremente pelas pastagens naturais. Igualmente livre, sem patrão e sem lei, o gaucho tornou-se livre hábil cavaleiro, manejador do laço e da boleadeira.

DANÇAS

Valsa: Rainha das danças de pares enlaçados foi homenageada pela maioria dos renomados do século XIX. O compasso ternário como dança é muito antigo. Originaria das danças tirolezas austríacas. Entretanto com o titulo de valsa somente aparece no Sec XVll e se realiza nos bailados de operas no sec. XVII. Veio para o Brasil nos fins do Sec XVII era conhecida “VALSA FIGURADA”, trazida pelos portugueses. Hoje no sul do país a valsa ganhou seu estilo próprio, ritmo e dança. Adaptou-se aos costumes e maneiras do peão gaucho. Temos 3 tipos de valsas: Brasileira ou Tradicional, Campeira e Clássica.

Chote: Dança de salão originária da Hungria. Apareceu no Brasil no período Regencial e foi moda no segundo império. È dançado em pares com quatro passos de juntar comuns diferentes: um e um, dois e dois ou dois e um. E principalmente, no sul, descendentes da imigração açoriana dançam chotes a afigurados sem limites de passo e figuras.

Milonga: É um ritmo de Montevideo e Buenos Aires, mas de origem africana e que surgiu no fim séc.XIX. Nascida nos arredores de Buenos Aires, alguns autores ainda alegam que teria surgido a partir da mazurca. A milonga foi introduzida no Rio Grande do Sul inicialmente na fronteira, ao som do violão, o acompanhamento predileto dos declamadores gaúchos.A milonga no Rio Grande do Sul é dançada com a marcação de 2 e 1, duas marcações feitas com uma perna e a outra fazendo deslocamento com um passo para frente ou para trás.

 FORMA DE DANÇAR:
A Milonga pode ser dançada de três maneiras diferentes:
1) Milonga Vaneirada: copiando os passos da vaneira, dança-se pares enlaçados como na valsa;
2) Milonga Tangueada: dançada em passos de marcha, acredita-se ser uma variante do tango. É realizado atraves de pares enlaçados com passos de marchas.
3) Milonga Riograndense: dançada no chamado dois e um e ou com passos de marchas.

Rancheira: Dança de origem árabe. Trazida e estilizada na Argentina. No Rio Grande do Sul o ritmo é mais vivo e a coreografia mais saltitante, estilo popular. A “Rancheira de Carreirinha” constitui uma variante da “Mazurca”.

Vaneira: Origem Habanera ou Havanereira- Dança e canto popular originária da Havana, Cuba. Ritmo 2/4 sendo o primeiro tempo forte e bem acentuado. Musica popular em quase todos os países espano-americanos. No Rio Grande do Sul foi muito usada pelas Bandas da Colônias de imigração italiana. Nos campos, os gaiteiros gaúchos denominavam de “Vanera” e fez deste ritmo o mais amplo repertorio para animação de fandangos, bailantas e festas gauchescas.

Bugiu: “Bugiu” de bugio- ritmo gaúcho de origem muito remota. Dança de peões com chinas indígenas, sob qualquer som musical da época. Na década de 60 passou a ter letra própria enfocando a presença do macaco bugio no contexto da letra. Hoje o bugiu é dança de salão e deu origem a grandes festivais como “Ronco do Bugiu” em São Francisco de Paula e “Querência do Bugiu” em São Francisco de Assis. O ritmo é compasso binário, de par enlaçado 2/4.

Polonaise: Segundo a obra "Humaitá Cultura Espontânea de Sua Gente" a Polonaise começa a ser relatada a partir de 1645 e teria sua origem de uma marcha triunfal de antigos guerreiros poloneses. No começo era dançada apenas por homens, mas com a evolução dos tempos foi aceita por pares mistos, dispostos de acordo com a idade e grau de nobreza.
No Rio Grande do Sul teve grande aceitação e tornou-se uma dança de integração entre os participantes dos fandangos gaúchos, sendo dançada no início ou pontos culminantes de festividades.
 

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